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segunda-feira, 21 de julho de 2014

PACC - MEC restringe acesso às escolas



A tensão continua a aumentar, quando estamos a menos de 1 dia da hora marcada para a realização da PACC.

Vendo que poderia "perder a batalha", mesmo tendo usado uma estratégia vergonhosa para que a PACC fosse para a frente, o MEC vem, mais uma vez, demonstrar a sua prepotência, tentando arranjar forma que as reuniões sindicais não se realizem, e assim anular uma das formas mais eficazes para que a prova não fosse realizada.

O MEC refere que se trata de um serviço urgente e essencial, mas em lado nenhum do ECD está definido que a vigilância de uma prova realizada pelos nossos colegas faz parte dos nossos deveres enquanto docentes!

Esperemos agora pela reação dos sindicatos.

Alguns excertos da notícia do Público (negrito da minha responsabilidade):
"Para evitar a realização de reuniões sindicais, o Ministério da Educação e Ciência (MEC está a fazer chegar aos dirigentes escolares a indicação de que na manhã desta terça-feira o “acesso às escolas [em que se realiza a prova de avaliação para professores] deverá ser restrito às pessoas envolvidas” na realização daquele serviço, que diz ser de “natureza urgente e essencial”. 
(...)

Na mensagem electrónica dirigida aos directores das cerca de 80 escolas em que se realizam as provas para professores contratados, o MEC refere-se directamente ao facto de várias organizações sindicais, incluindo a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), estarem a convocar plenários e a apelar aos docentes do quadro para que faltem à vigilância das provas ao abrigo da lei sindical, impedindo assim a sua realização.

Citando a lei 59/20908, o MEC sustenta que o direito de exercer a actividade sindical no interior do órgão de serviço “não pode comprometer a realização do interesse público e o normal funcionamento dos órgãos e serviços” e que, no caso de a reunião se realizar durante o horário de trabalho, "os promotores devem apresentar uma proposta que assegure o funcionamento dos serviços de natureza urgente e essencial”.

(...) Filinto Lima confirma a recepção da mensagem electrónica e frisou que “o MEC terá o direito de classificar os serviços como sendo de natureza urgente e essencial”. “O que já é difícil de aceitar é esta situação em que todos – incluindo nós, os directores, somos levados a cometer excessos. Devíamos estar concentradíssimos na preparação do próximo ano escolar e temos de estar preocupados com esta guerra política em que nós e as escolas fomos apanhados”, critica.

O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, disse (...) “Não permitir que entrassem na escola outros professores que não os envolvidos no serviço da prova seria alterar as regras de uma forma que ultrapassa a razoabilidade” (...) “Já foi suficientemente lamentável a situação em que o Ministério da Educação nos colocou, aos directores, ao marcar a prova às escondidas de todos e com um prazo apertado. As coisas devem ser feitas de forma transparente – quem não deve não teme”, critica."

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Como correram os exames hoje?




Teoricamente (já que só quando saírem os resultados é que iremos ver se as previsões correspondem à realidade), o nível de dificuldade dos exames continua a manter-se idêntico, ou seja, baixo. Até ao momento, ainda não li uma notícia onde fosse considerado algum dos exames difícil. 


Se se confirmar essa facilidade com melhores resultados nacionais, o MEC ficará orgulhoso (e por certo virá a público apregoar isso mesmo) por todo o seu trabalho, todas as suas medidas em prol do sucesso educativo, ter dado frutos... 

E não, nada terá a ver com facilitismos, já que o MEC e o IAVE são muito rigorosos e privilegiam a procura da excelência.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Fim dos exames nacionais com este MEC?


O Sr. Ministro da Educação e da Ciência já por diversas vezes veio a público defender a realização de exames nacionais. 

Sendo mantidas as políticas educacionais implementadas até ao momento, em vez de esperarem pelo fim de exames nacionais, é melhor contarem é com mais exames, realizadas noutros anos de escolaridade e a outras disciplinas. 

Tudo de forma a existir uma "padronização educacional". Afinal, para o MEC, trata-se sempre apenas de números...

quarta-feira, 11 de junho de 2014

MEC - Powepoint Concursos e Mobilidade

O MEC disponibilizou um powerpoint de forma a "tentar" explicar as alterações efetuadas ao DL 132/2012 pelo DL 83A/2014.

"Explica" assim todas as modalidades de concursos de docentes (Concurso Externo Extraordinário, Concurso Interno, Mobilidade Interna, Contratação Inicial, Bolsa de Recrutamento, Contratação de Escola e Bolsa de Contratação de Escola).

Para quem já tenha lido com atenção o decreto anteriormente falado, ou tenha estado a acompanhar as explicações dadas pelos blogues de professores sobre o assunto, não verá nada de novo.

Aqui fica o documento:

O comunicado do MEC sobre os contratos de associação

"Harmonização..., de forma equilibrada e progressiva,..." Sem dúvida que o "palavreado" é do melhor que existe. 

Só que não é sequer uma questão de "harmonização", mas sim se os contratos são ou não necessários! 

E já está mais que comprovado que a maioria não o são! 

Fica o comunicado do MEC, para quem quiser ler:

quinta-feira, 5 de junho de 2014

O comunicado do MEC


Não querendo maçar quem não queira ler o comunicado por completo (acessível no link anterior), deixo aqui o último parágrafo:
"Em breve será também aberto o concurso de mobilidade interna, ao qual os professores dos quadros poderão candidatar-se seja por não terem 6 horas de componente letiva atribuída, para aproximação à residência ou por estarem colocados em Quadros de Zona Pedagógica. No próximo ano letivo será aberto um concurso interno que permitirá aos professores dos quadros movimentarem-se de forma a mudarem em definitivo de quadro de escola e a aproximarem-se da sua residência. Nesse concurso será também permitido pela primeira vez aos professores dos quadros de escola ou agrupamento movimentarem-se para um QZP. Os professores que passarem a integrar os quadros do Ministério da Educação e Ciência na sequência do Concurso Externo Extraordinário de 2014 concorrerão no concurso interno na última prioridade, garantindo-se assim que não haja ultrapassagens."
Relativamente à Mobilidade Interna que se aproxima, ao contrário do que o Arlindo afirma neste post, não acho que haja qualquer lapso de quem escreveu, apenas não entrou em pormenores. Vejamos: 
  • Quem não tem 6h de componente letiva é sempre obrigado a concorrer;
  • Aproximação à residência será possível àqueles que ainda não concorreram à Mobilidade Interna para essa aproximação (é essa a minha interpretação do DL 132/2012) ou não tiveram colocação para tal;
  • Os únicos colocados em QZP são os novos vinculados, já que os outros estão colocados em agrupamentos/escolas!

Relativamente a "garantindo-se não há ultrapassagens", já neste post ("Desmontando as declarações do Sr. Secretário de Estado da Administração Escolar") demonstrei, usando um caso particular (quando existem centenas ou milhares deles, noutras situações, possivelmente piores), que essa ultrapassagem é bem real e quase certa.

domingo, 1 de junho de 2014

ANVPC - Comunicados

Embora já tenham alguns dias, nunca é tarde para relembrar as ações que os colegas da ANVPC estão a organizar...

Sempre concordei com as suas ações e reivindicações. Como é óbvio (e já tinha referido no post "As injustiças no Concurso Externo Extraordinário (I)", quando falei nas injustiças deste concurso externo extraordinário para os professores contratados e dei vários exemplos), infelizmente não é este concurso que serve para acabar com a precariedade de muitos professores contratados, nem sequer vai, de perto, dar resposta à diretiva comunitária.

É preocupante ver colegas com tantos anos de serviço, que sempre tiveram horários completos e anuais, e agora nem abrem vagas no seu grupo para que possam concorrer.

Por isso mesmo, a ANVPC deseja saber quais foram os critérios para a abertura de vagas e a sua distribuição pelos grupos de recrutamento.

Concordo completamente a diretiva comunitária deveria ser cumprida, e já! Os professores fazem muita falta às escolas!!

Óbvio que era necessário ter atenção como seria feita essa vinculação para não surgirem injustiças para ninguém. E tal não seria nada complicado de fazer, caso houvesse essa vontade por parte do MEC.

Aconselho a todos a leitura dos comunicados da ANVPC clicando nos links seguintes:


sábado, 10 de maio de 2014

Proposta de Calendário Escolar para 2014/15


Foi disponibilizado o documento do MEC onde é indicada a proposta para o Calendário Escolar para o ano letivo de 2014/15. Possivelmente ainda poderá surgir alguma alteração, mas é quase certo que, felizmente, o 3º período terá uma duração quase idêntica aos outros períodos escolares. Óbvio que isso só se deve à data da Páscoa, mas sempre é muito melhor do que se verificou este ano.

Atualização: Já podem consultar o CALENDÁRIO ESCOLAR 2014/15 OFICIAL em http://profsaoinfinito.blogspot.pt/2014/07/calendario-escolar-e-calendario-de.html

Propostas de alteração da OAL de 2014/15

Foi disponibilizado o documento do MEC onde são indicadas algumas das propostas de alteração da Organização do Ano Letivo (OAL) de 2014/15. 
Não irei fazer comentários até conhecimento em concreto de como serão feitas essas alterações.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Reunião sobre a OAL... sem dados concretos!


Então convocam uma reunião com os sindicatos e nem sequer levam uma proposta escrita sobre as suas reais intenções? Ok, já sabemos que para o MEC estas reuniões são só para dizer que os sindicatos foram ouvidos, mas assim é um exagero, é mesmo o "faz de conta"...
"Os representantes da Federação Nacional de Professores (Fenprof) e os da Federação Nacional de Educação (FNE) criticaram esta quinta-feira o Ministério da Educação e Ciência (MEC) por os ter chamado a pronunciarem-se sobre a proposta de despacho de organização do próximo ano lectivo sem lhes facultar o documento. Segundo dizem, o MEC limitou-se a expor um conjunto de intenções, entre as quais a de reforçar o crédito horário atribuído para apoio aos alunos nas escolas que tiverem melhores resultados na avaliação externa, mas deu informações suficientes para que se pudessem pronunciar nem abriu um processo negocial.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Calendário Escolar e Organização do Ano Letivo 2014/2015: Auscultação aos sindicatos

Serão realizadas, no dia 8 deste mês (5ª feira), reuniões entre o MEC e os Sindicatos relativamente ao Calendário Escolar e, ainda mais importante, à Organização do Ano Letivo  (OAL) de 2014/2015.
Sobre exatamente este assunto, o Conselho de Escolas já se pronunciou, tendo apresentado o Parecer n.º 2/2014.

Nos últimos anos temos sido presenciados com um novo despacho a caracterizar a organização do ano letivo que se aproxima.
Para quem não se lembra, o Despacho normativo 7/2013 regulava a organização do presente ano letivo, e era suposto continuar a vigorar nos anos seguintes: 
"Artigo 20.º - O presente despacho aplica-se ao ano escolar de 2013-2014 e subsequentes." 
Ano após ano, as alterações feitas na OAL têm sido, regra geral, nada favoráveis para os professores. 
Veremos que alterações pretende fazer o MEC desta vez...

Atualização: 
Já podem consultar o Calendário Escolar de 2014/15 OFICIAL em
http://profsaoinfinito.blogspot.pt/2014/07/calendario-escolar-e-calendario-de.html

O despacho públicado em DR sobre a Organização do Ano Letivo 2014/15 pode ser consultado em
http://profsaoinfinito.blogspot.pt/2014/05/organizacao-do-ano-letivo-2014-15.html
http://profsaoinfinito.blogspot.pt/2014/05/organizacao-do-ano-letivo-2014-15.html

sábado, 12 de abril de 2014

Mais reuniões?


A ASPL, FENPROF, SEPLEU, SINAPE, SIPE, SIPPEB e SPLIU pretendem uma reunião com caráter de urgência para tratar os seguintes temas:

  • A reforma do Estado e sua consequência no futuro da Escola Pública;
  • A organização do próximo ano letivo;
  • As modalidades de formação;
  • As condições e segurança no trabalho;
  • O estatuto da carreira docente e mudanças salariais;
  • A aplicação da Diretiva 1999/70/CE;
  • Os cortes feitos na Ciência;
  • A avaliação dos processos negociais.

É bom ver que a maioria dos sindicatos começam a juntar-se, fazendo as reivindicações no mesmo sentido, já que "a união faz a força". Mas nãp sei até que ponto o MEC irá aceitar essa reunião, em concordância com as suas últimas atitudes.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

E as negociações... falharam por completo!

E como já era esperado, da negociação suplementar não resultou nada de novo.
A FENPROF, por o MEC não permitir a negociação em conjunto com o SIPE e a ANPL, avisa que vai impugnar estas reuniões e pedir novas reuniões.
A FNE volta a referir a inflexibilidade do ministério, tendo dado por encerradas as negociações.

Deixo de seguida os comentários do secretário de estado da administração escolar, João Casanova de Almeida, aos jornalistas:

É preciso reter bem esta afirmação:
"Nós não vamos hipotecar que nenhum professor do quadro possa ficar até 2017 ou 2018 sem concorrer, porque é um prejuízo para esses professores em concreto. O facto de não se fazerem as coisas resulta sempre em prejuízo para os professores."
Se tal fosse verdade, se realmente existisse preocupação pelos professores, acataria, pelo menos, a sugestão dos sindicatos de passar o concurso interno para uma periodicidade anual, tal como estão a efetuar com o concurso externo. 

Deixe-se de desculpas, senhor secretário...

domingo, 6 de abril de 2014

Ata negocial entre MEC e SINDEP

"Não tendo a FENEI/SINDEP chegado a acordo com o MEC no passado dia 20.03.14 sobre alteração ao Decreto-Lei nº132/2012 de 27 de junho que regulamenta os concursos para seleção e recrutamento do pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, foi assinada uma ata negocial."



Reunião conjunta para a negociação suplementar? Naaaa...

"Três das quatro organizações que requereram a negociação suplementar do processo de revisão da atual legislação de concursos (Decreto-Lei n.º 132/2012), acordaram na constituição de uma mesa negocial conjunta para, convergindo nas propostas, poderem reforçar a fundamentação e, assim, surgirem mais fortes na mesa negocial."
Sem dúvida que seria uma excelente ideia, de forma a uma discussão mais prolongada sobre cada medida em sintonia entre os vários sindicatos. Mas....

"De que têm medo os responsáveis do Ministério da Educação e Ciência ao recusarem a proposta sindical de constituição de mesa negocial conjunta para a fase suplementar da negociação referente à revisão do Decreto-lei 132/2012, sobre o regime de concursos? Ou será que pretendem transformar essa importante fase da negociação em apenas mais um ato formal, que, por lei, não podem evitar, mas para o qual partem sem qualquer flexibilidade negocial?"
Já será amanhã a negociação suplementar relativamente ao diploma que rege os concursos, mas não vale apenas ter ilusões. As reuniões nada mais serão do que o cumprimento de uma obrigação por parte do MEC, com a sua postura a manter-se inalterada.  Muito gostava de estar enganado, mas é praticamente certo que nada será alterado através de negociações. 

E a reação de Nuno Crato ao parecer do CE

"Fomos nós que tomámos a iniciativa de pedir ao Conselho das Escolas que nos desse sugestões em relação a vários aspetos de funcionamento e de simplificação do sistema administrativo. A autonomia das escolas teve progressos notáveis. Um deles é o aspeto curricular, há uma maior autonomia de horários e num conjunto de aspetos que são decisivos para o funcionamento da escola", disse Nuno Crato aos jornalistas.
O Conselho das Escolas, em que estão representados os diretores de escolas e agrupamentos, produziu um parecer em que critica o "reforço do centralismo administrativo e da burocracia", verificado na organização do ano letivo em curso, apesar dos diplomas que a regularam invocarem a "autonomia".
Nuno Crato, confrontado com os jornalistas à margem da entrega de prémios das XXXII Olimpíadas Portuguesas de Matemática, disse que as opiniões do Conselho das Escolas vão ser analisadas com atenção, mas sublinhou que a autonomia das escolas tem tido desenvolvimento em várias áreas do seu funcionamento.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Já há data para a negociação suplementar

De acordo com o que é divulgado pela ASPL e SIPE, dois dos sindicatos que pediram negociação suplementar sobre a proposta de alteração do DL 132/2012, que regula o regime dos concursos docentes, as reuniões terão lugar no dia 7 de abril.

Será possível ainda alterar algumas das injustiças que estão presentes na proposta final? Na próxima 2ª feira saberemos...

quinta-feira, 27 de março de 2014

As reuniões continuam...



E a saga vai continuar. Após já terem havido 3 reuniões, onde a postura do MEC foi sempre igual, foi pedido a continuação dessa negociação sobre as alterações ao DL 132/2012. No entanto, presumo que o resultado desta negociação suplementar seja idêntica à anterior, e dificilmente algo de novo sairá dali. Como gostaria de estar engano.

Dois pesos, duas medidas...

Com a proposta de alteração do diploma dos concursos, foram várias as novidades apresentadas. No entanto, parece que a aplicação de algumas das medidas será feita de forma bem diferente.

Ficamos a saber que passa a existir uma vinculação semiautomática para os docentes contratados que atingem o 5º contrato anual, completo e sucessivo, sendo criadas vagas em QZP anualmente, a partir de 2015, para os docentes que estejam nessas condições. Como tal inicia em 2015, significa que que os docentes que nos anos letivos 2010/11, 2011/12, 2012/13, 2013/14 e 2014/15 tiverem contratos anuais e completos no mesmo grupo de recrutamento irão ter a possibilidade de vincular. Esta medida, embora benéfica para muitos e indo quase de encontro com o estipulado na diretiva europeia, é prejudicial para todos aqueles que, não adivinhando tal medida e regendo-se pelas regras em vigor, viram os seus contratos nessas situações interrompidos (seja por mudança de grupo, colocação mais tardia por preferência de zonas mais próximas da residência,...). Por certo que, sabendo da existência desta nova medida, as opções tomadas na altura dos concursos de contratação seriam bem diferente!

Ficamos também a saber que os docentes contratados que completem 1461 dias de serviço efetivo (4 anos) em horário anual, completo e sucessivo (com avaliação mínima de Bom e 50 horas de formação contínua) passam a ser remunerados pelo índice 188, sendo na proposta indicado que essa medida entraria em vigor no dia 1 de setembro de 2014. No entanto, a ideia do MEC não é essa! Pelo o que se pode ler no site da FENPROF e do SIPPEB, "confirmou-se na reunião que o tempo de serviço para tal efeito apenas começaria a ser contado a partir de 1 de setembro de 2014, sendo desprezado o que está para trás.".

Ou seja, para uma medida é esperado que conte o tempo para trás (a partir de 2010), para a outra só começa a ser contado a partir de setembro. Dois pesos, duas medidas...

quarta-feira, 26 de março de 2014

E o que pensam os diretores sobre os cortes no acesso à Internet?


Pensei que para evitar que os alunos estejam em sites que não interessam para as aulas estavam lá os professores, que podem tomar medidas de forma a evitar tal má utilização.
Mas se tiverem a desenvolver algum projeto ou trabalho que seja necessário utilizar um dos sites "limitados", tal projeto ou trabalho fica seriamente comprometido.