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terça-feira, 15 de julho de 2014

Provas finais de Matemática (1º e 2º Ciclo) - 2ª Fase

Já se encontram disponíveis as provas finais de Matemática (1º e 2ª Ciclo) da 2ª fase realizadas hoje, 14/07/2014, assim como os respetivos critérios de avaliação:

Matemática 42 | Prova [Caderno 1  - Caderno 2 ] - Critérios de classificação  - Critérios adaptados 

Matemática 62 | Prova [Caderno 1  - Caderno 2 ] - Critérios de classificação  - Critérios adaptados 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Inglês obrigatório no 1º Ciclo... e criação de novo grupo??? Então e o 220?


Depois de conhecidos os resultados do exame de inglês "Key for Schools", e tendo em conta os níveis obtidos pelos alunos do 9º ano (tendo sido obrigatório para todos os alunos), o Ministro veio afirmar que o Inglês passará a ser também obrigatório no 3º e 4º ano, e para lecionar esses alunos será necessário formação específica para os professores de Inglês de outros ciclos, ou certificação em Inglês para os professores do 1º Ciclo, de forma a fazerem parte do grupo de recrutamento para lecionar Inglês a esses anos.

Fico satisfeito que tenha alterado a ideia que tinha em maio, onde só algumas escolas iriam ter inglês a partir do 3º ano.

No entanto, fico completamente perplexo sobre a necessidade de formação, a criação de um novo grupo de recrutamento e a existência de mais um concurso extraordinário!
Mas os professores do grupo 220 (Português e Inglês do 2º ciclo) já não estão preparados para lecionar Inglês de Iniciação? Não têm habilitação profissional para lecionar o 1º Ciclo? Então porquê disto tudo? 

Acho realmente errado estarem até a pensar criar um mestrado apenas para a lecionação de Inglês no 1º Ciclo, quando tal pode ser perfeitamente assegurado pelos professores do 220. 
Ainda para mais quando estamos a falar de apenas 2h por semana em cada turma.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Provas Finais de Português (1º e 2º Ciclo) - 2ª Fase

Já se encontram disponíveis as provas finais de Português (1º e 2ª Ciclo) da 2ª fase realizadas ontem, 09/07/2014, assim como os respetivos critérios de avaliação:



quarta-feira, 25 de junho de 2014

É preciso um novo dicionário...

Já tivemos o "inconseguimento" de Assunção Esteves e o "irrevogável" de Paulo Portas. Agora voltou a ser notícia a nova definição de "diálogo" por parte do MEC. Digo "voltou" visto que os sindicatos já conhecem essa definição há muito tempo. 

Desta vez foram os municípios a perceberem o que significa "diálogo" quando o MEC é uma das partes envolvidas. Bem, nessa nova definição, só há uma parte envolvida...


Alguns excertos da notícia do Público:
"“Muito de nós tivemos conhecimento das escolas que o MEC tenciona encerrar nos nossos municípios através da comunicação social. E em muitos casos há, efectivamente, desacordo. É inadmissível a forma como as coisas estão a ser feitas e é inconcebível que que o MEC chame a isto diálogo”, criticou o presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Manuel Machado, em declarações ao PÚBLICO.

O presidente da Câmara de Vila Real, Rui Santos, foi um dos que reagiram em declarações à Lusa, considerando que encerrar nove escolas naquele concelho sem que o centro escolar esteja concluído é uma medida “economicista" e "precipitada”. Num concelho onde foram fechadas 381 escolas desde o ano 2000, o custo dos transportes escolares ronda os 800 mil euros por ano e desse valor só 200 mil é que são comparticipados pelo MEC, sendo os restantes 600 mil euros pagos pelo município, disse o autarca. “O Estado central poupa porque passa a contratar menos professores, mas as autarquias locais passam a pagar ainda mais os transportes das crianças e a sua alimentação", criticou.

Entretanto, o presidente da Câmara de Arouca anunciou que não vai fechar a Escola de Bacelo e o de Viseu disse que não aceitará o encerramento da escola de Travanca, que não estava acordada com o MEC, e admitiu a hipótese de a autarquia a manter aberta "a expensas próprias"."



A lista oficial de escolas do 1º Ciclo que irão fechar

Depois da lista provisória de 439 escolas do 1º ciclo que poderiam fechar (aqui), foi agora oficializado as 311 escolas que irão fechar e cujos alunos serão transferidos para centros escolares.

domingo, 22 de junho de 2014

E como correm as aulas de apoio?


Depois de se saber do encerramento de mais escolas do 1º ciclo, onde a maioria será escolas do interior do país, sabe-se agora que não foi assegurado o transporte para as aulas de apoio para os alunos que irão fazer as provas nacionais de 2ª fase do 4º e 6º ano.

Sem dúvida que isso vem "Garantir aos alunos, sem prejuízo do seu contexto local, uma efetiva igualdade de oportunidades no acesso a espaços educativos de qualidade,...; Reduzir os riscos de abandono e insucesso escolares,...; Proporcionar oportunidades de aprendizagem conjunta,...; Erradicar situações de isolamento de estabelecimentos de ensino;...", os grandes chavões do MEC para o encerramento de mais escolas do 1º ciclo.

A notícia (parcial) do DN:
"Sem transportes, os alunos estão impedidos de frequentar um apoio que a tutela considera "mais direcionado" para ajudar a ultrapassar as dificuldades. Pais e diretores dizem que antes de criar este apoio, se devia ter garantido o acesso dos alunos ao mesmo.As autarquias são responsáveis pelos contratos dos transportes escolares, mas só enquanto decorrerem as aulas. Depois disso, "a responsabilidade é do MEC", disse a associação de municípios ao DN."

O comunicado do MEC - Afinal são 311 escolas do 1º ciclo a fechar...


Depois de serem identificadas 439 escolas que, presumivelmente, iriam fechar ("Lista de Escolas do 1º Ciclo a fechar"), o MEC voltou a trás relativamente a 128 escolas. Quais são, só o MEC é que sabe.

Mas atenção! Não vai ficar por aqui, é mais uma fase e já indicam que "O processo de reorganização da rede irá prosseguir no próximo ano letivo."

Em relação aos motivos do encerramento dessas escolas, são os mesmo de sempre que, trocado por "miúdos", apenas significam que querem poupar um pouco mais...

Fica aqui o comunicado do MEC:
"O Ministério da Educação e Ciência, através do Secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, concluiu nesta mais uma fase do processo de reorganização da rede escolar. Tendo por base propostas feitas pelos serviços regionais do Ministério e pelos municípios, um total de 311 escolas do 1.º ciclo do Ensino Básico serão integradas em centros escolares ou outros estabelecimentos de ensino com melhores condições, permitindo beneficiar centenas de alunos.

Para esses alunos, o novo ano letivo terá início em infraestruturas com recursos que oferecem melhores condições para o sucesso escolar. Estarão integrados em turmas compostas por colegas da mesma idade, terão acesso a recursos mais variados, tais como bibliotecas e recintos apropriados a atividades físicas, e participarão em ofertas de escola mais diversificadas. Este processo permitirá também aos professores enquadrar-se nos seus grupos disciplinares e contar com o apoio de outros docentes, disseminando as melhores práticas letivas. Dá-se assim mais um passo na melhoria da escola pública.

A definição da rede escolar do 1.º ciclo tem em conta a existência de alternativas com melhor qualidade para o ensino e a prática pedagógica, e salvaguarda condições como a distância para a escola de destino e tempo de percurso, as condições da escola de acolhimento, o transporte e as refeições. Nos casos em que não foi possível garantir essas condições, foram mantidas em funcionamento as escolas em questão, com uma autorização excecional de funcionamento, ainda que ao abrigo da Resolução do Conselho de Ministros número 44/2010 estas devessem ser agregadas.

Trata-se de mais um passo num processo iniciado há cerca de 10 anos, continuado por este Governo desde o ano letivo de 2011/2012 com bom senso e um olhar particular relativamente às características de contexto. Tal como nos anos anteriores, para 2014/2015 os princípios que orientaram o trabalho realizado pelos Serviços do MEC relativamente a este assunto foram:
  • Garantir aos alunos, sem prejuízo do seu contexto local, uma efetiva igualdade de oportunidades no acesso a espaços educativos de qualidade, de forma a permitir assegurar a promoção do sucesso escolar;
  • Reduzir os riscos de abandono e insucesso escolares, mais elevados em escolas com menores recursos e alunos, integrando-os em contextos educativos mais favoráveis e de qualidade superior;
  • Proporcionar oportunidades de aprendizagem conjunta, trabalho de grupo, convívio social e troca de experiências, tanto a alunos como a professores;
  • Reduzir o número de turmas com alunos de diferentes anos de escolaridade, consolidando a organização pedagógica desejável;
  • Erradicar situações de isolamento de estabelecimentos de ensino;
  • Racionalizar a gestão de recursos com elevação da qualidade do ensino e rentabilizando a dimensão e as condições de outros estabelecimentos de ensino, nomeadamente os centros escolares.
O processo que agora se conclui foi realizado em articulação com as câmaras municipais, tentando sempre que possível encontrar consensos. Foram realizadas múltiplas reuniões entre os Diretores de Serviço Regionais e autarquias de todo o País, bem como entre o SEEAE e a Associação Nacional de Municípios. Conforme acordado na última destas reuniões, está neste momento a ser negociado um novo protocolo que dê continuidade ao compromisso estabelecido em 2010, prossiga os trabalhos de concentração de escolas e respeite os princípios estabelecidos.

O processo de reorganização da rede irá prosseguir no próximo ano letivo."

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Fim dos exames nacionais com este MEC?


O Sr. Ministro da Educação e da Ciência já por diversas vezes veio a público defender a realização de exames nacionais. 

Sendo mantidas as políticas educacionais implementadas até ao momento, em vez de esperarem pelo fim de exames nacionais, é melhor contarem é com mais exames, realizadas noutros anos de escolaridade e a outras disciplinas. 

Tudo de forma a existir uma "padronização educacional". Afinal, para o MEC, trata-se sempre apenas de números...

quinta-feira, 12 de junho de 2014


Acho sempre extraordinário quando a variação da média, de um ano para o outro, é superior a 10%. Só demonstra o quanto fiáveis são os exames... 

Se querem comparar resultados entre os vários anos de realização de exames, então antes é necessário garantir que o grau de dificuldade e a tipologia desses exames é praticamente a mesma.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Lista de Escolas do 1º Ciclo a fechar





Ao todo são 439 escolas que, presumivelmente, fecharão no final deste ano letivo.

Menos escolas, menos professores, mais concentração de crianças, que terão, muitas delas, de percorrer grandes distâncias para fazerem o percurso de ida e volta para a sua nova escola. 


Vá, seja de uma vez por todas claro com as intenções: quer tentar reduzir custos, ponto final!!! 
É que, na minha humilde opinião, o risco de abandono e insucesso escolar é muito maior quando alunos têm de acordar bem mais cedo que muitos adultos fazem, passar praticamente o dia inteiro enfiados na escola e depois dentro de camionetas, serem colocados em centros escolares com milhares de crianças, correm muito maiores riscos de se envolverem em situações desviantes.


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Prova Final de Matemática: 1º e 2º Ciclo

1º Ciclo (4ºAno)
Matemática 42 | Prova [Caderno 1  - Caderno 2 ] - Critérios de classificação  - Critérios adaptados 

2º Ciclo (6ºAno)
Matemática 62 | Prova [Caderno 1 - Caderno 2] - Critérios de classificação - Critérios adaptados 

De relembrar que a 2ª fase destas provas será dia 14 de julho!

As notícias relativamente às prova de Matemática:



terça-feira, 20 de maio de 2014

Prova Final de Português: 1º Ciclo

1º Ciclo (4ºAno)
Português 41 | Prova [Caderno 1  - Caderno 2 ] - Critérios de classificação  - Critérios adaptados 

De relembrar que a 2ª fase desta prova será dia 9 de julho!

As notícias relativamente à prova de Português do 1º ciclo:



"Entraram sorridentes, saíram sorridentes e sorridentes se mantiveram, mesmo depois de alguns se terem apercebido – “Ups!” – que se tinham esquecido de descrever o pássaro e o girassol, tal como era expressamente pedido na 2.ª parte do exame de Português do 4.º ano.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Início da Época das Provas Finais...

...do 1º e 2º ciclo.

Neste momento, já se realizou a prova de Português do 1º ciclo, sendo que à tarde se realizará a do 2º ciclo.
4ª feira será a vez das provas de Matemática, do 1º ciclo de manhã, do 2º ciclo de tarde.

Estas provas, no decorrer das aulas do 3º período, trouxeram muitos constrangimentos a toda a comunidade escolar. São os pais a queixarem-se dos filhos que deixaram de ter aulas para os outros fazerem exames (isto em escolas onde não foi possível o desenrolar normal das atividades letivas, que presumo ser a maioria), são os professores que deixam de dar aulas, colocando em risco o cumprimento dos programas, os professores de cursos profissionais que, estando em serviço oficial, terão na mesma de repor as aulas que deixaram de dar, e ainda aqueles que já há muito tinham testes marcados e viram, de um dia para o outro, todo o seu planeamento ir por água a baixo, tendo agora extremas dificuldades em marcar testes.

Ou seja, tudo normal no "reino" do MEC.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Inglês no currículo do 1º Ciclo... Obviously!


Já tinha referido (no post "Só mesmo para Inglês ver..." a importância que do Inglês estar incluída no currículo do 1º Ciclo. Ainda bem que o MEC conseguiu dislumbrar o mesmo, embora continue a achar que se tal fosse logo aplicado desde o 1º ano, tanto melhor.
"O inglês pode passar a ser obrigatório no currículo do 3.º e 4.º ano do 1.º ciclo do ensino básico a partir de 2015/2016, disse nesta terça-feira o ministro da Educação Nuno Crato, no Parlamento.
O objectivo de “introduzir o inglês curricular no 1.º ciclo” implicará formar professores e rever metas curriculares explicou o ministro, ouvido na comissão parlamentar de Educação. O governante adiantou que foi constituído um grupo de trabalho para preparar esta mudança.
O ministro não garante contudo que a disciplina esteja disponível em todas as escolas logo nesse ano lectivo de 2015/16.
Questionado pelos deputados, Crato disse ainda que “não há compromisso nenhuns com a troika” no que se refere a cortes na Educação. “O que há é compromissos gerais de parcimónia nas contas públicas”.
Na mesma audição, o ministro da Educação deixou o compromisso de que as bolsas de mérito em atraso, na região centro, no ensino profissional, serão pagas em 48 horas."

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Só mesmo para Inglês ver...


No mundo global em que vivemos, é cada vez mais importante um bom conhecimento de Inglês. Não dar as mesmas ferramentas a todos os alunos, em nome da "autonomia", é um absurdo. Na minha opinião, o Inglês deveria fazer parte do currículo do 1º ciclo, não dado em AEC.
Passo a transcrever o artigo do Público:
"A disciplina de Inglês nas Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC) não está a chegar a todos os alunos do 1.º ciclo. Os baixos vencimentos pagos aos professores e os horários muito fragmentados levaram à existência de centenas de recusas de candidatos, o que fez esgotar as listas de docentes disponíveis em vários municípios O fenómeno aconteceu sobretudo no Norte do país e levou as câmaras a optarem por concentrar oferta no 3.º e 4.º anos, dando aos alunos mais novos disciplinas alternativas.