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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Público - A opinião de Santana Castilho

A mediocridade técnica e política
O Iave passou de direcção-geral a instituto público para melhor ajudar a sacralização da asneira.

Como já nos habituou, Santana Castilho fala assertivamente sobre Educação, neste caso sobre o IAVE, os exames e as polémicas instaladas.

O artigo na íntegra (negrito da minha responsabilidade):

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Público - A opinião de Santana Castilho


Como já nos habituou, Santana Castilho sobre Educação, neste caso sobre os exames.

Fica o artigo na íntegra, de leitura obrigatória para qualquer professor:

terça-feira, 3 de junho de 2014

Público: Mais sobre o Concurso Externo Extraordinário


Falta de informação? Mas é verdade ou não que, daqui a um ano, estes docentes que entram agora extraordinariamente irão concorrer em Mobilidade Interna à frente de todos os QA/QE? Existe aqui alguma má interpretação???? Sim, porque isto de ser QZP e concorrer em 1ª prioridade para fora da sua Zona (e agora, ainda por cima, para mais de que um grupo de recrutamento!!!) de justo não tem nada! A mobilidade não deveria ter prioridades ou, pelo menos, para fora da sua Zona, os QZPs deveriam concorrer em igualdade de circunstâncias com todos os QA/QE.

Isto para não falar que, entretanto, estarão um ano num QZP (ou noutro, conforme o número de docentes que concorrerem na Mobilidade Interna deste ano) que há muitos anos são desejados por docentes do quadro e que não têm sequer oportunidade de concorrer a esses lugares! 

Mas depois sou eu que tenho de ter vergonha!

Como já tem sido habitual, muito mais foi falado e não foi escrito, mas não vou estar a repetir as minhas opiniões sobre todas as injustiças que existem nestes concursos. 

Como já referido antes, a FENPROF "despertou" com este movimento de professores e teve a coragem de se chegar à "frente" contra a injustiça que se verifica. Infelizmente (e não estou a ser nada irónico, já que, para o bem ou para o mal, são os sindicatos que representam todos os professores), parece que é o único sindicato que se aproveita do que foi feito entretanto.

Mais estará para vir, mais explicações e "apoios" aos sindicatos também..

Fica aqui a notícia do Público:
"O ministro da Educação e Ciência atribuiu esta segunda-feira à falta de informação e à “má interpretação da lei” a decisão de um grupo de professores dos quadros que até às 0 horas desta terça-feira vai apresentar uma providência cautelar para tentar suspender provisoriamente o concurso extraordinário que se destina à integração na Função Pública de docentes que estão a contrato. Uma afirmação que não convence os docentes do quadro, que insistem que têm o direito de concorrer àquelas 1954 vagas, e a Federação Nacional de Professores (Fenprof), que revindica a abertura de outros tantos lugares nas escolas, para “remediar a situação”. 
Em causa está o concurso para a vinculação extraordinária de professores contratados, que está a decorrer. Apenas podem candidatar-se às 1954 vagas abertas em zonas específicas em determinados grupos de recrutamento  professores contratados. O que, reclama o grupo de professores do quadro que se formou para contestar o concurso, “é uma injustiça e uma ilegalidade”. 
“Não é justo que um professor que está num quadro de escola ou num quadro de agrupamento a 400 quilómetros de casa esteja impedido de concorrer. E estamos convencidos que não é, também, legal: a lei é clara quando define que a realização de um concurso deste tipo se inicia sempre pelos trabalhadores com relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado previamente estabelecida”, argumenta Bruno Gomes, um dos docentes que estão a preparar a apresentação da providência cautelar. 
O ministro da Educação contrariou esta segunda-feira aqueles argumentos, que atribuiu a “má informação”. Segundo a agência Lusa,  à margem da cerimónia de entrega de Prémios do Ensino Secundário 2012-2013, em Lisboa, Nuno Crato dirigiu-se aos professores do quadro e garantiu que “não há que ter nenhum receio". Isto, explicou, na medida em que o concurso extraordinário externo "não consolida os lugares” e no concurso para a mobilidade interna os docentes dos quadros terão prioridade em relação aos que vão ser integrados agora. 
Quer a direcção da Federação Nacional de Professores (Fenprof) quer Bruno Gomes contrapõem, no entanto que a prioridade de nada lhes serve se não existirem as mesmas 1954 vagas e nos mesmos quadros de zona pedagógica.
Recentemente, tanto a Fenprof como a Federação Nacional de Educação (FNE) defenderam sem êxito, no processo de negociação com o Ministério da Educação e Ciência, a realização simultânea dos concursos externo e interno,  para evitar situações de injustiça. Esta segunda-feira a Fenprof admitiu que aquela solução já não será possível, “por motivos técnicos", e reivindicou "a abertura de um segundo concurso extraordinário, mas interno” (para professores do quadro, portanto), "precisamente com o mesmo número de vagas, as 1954, e eventualmente nos mesmos quadros de zona pedagógica previstos na portaria relativa ao concurso para os contratados”, explicitou João Louceiro, dirigente daquela federação sindical .
 
Em declarações ao PÚBLICO, o sindicalista sublinhou que aquela seria "uma solução de remedeio, face à intransigência do MEC em aceitar, no momento certo, a reivindicação da Fenprof”. E frisou que "face ao número de professores que se aposentaram e que vão optar pelas rescisões amigáveis a duplicação de vagas nunca poderá ser considerada excessiva". 
Bruno Gomes disse que o grupo reivindica "algo mais simples, a abertura do concurso extraordinário aos professores do quadro". “Não seriam necessárias mais vagas. Os 1954 contratados ficariam colocados nos 1954 lugares que nós, os do quadro deixássemos em aberto”, disse."

domingo, 1 de junho de 2014

Providência Cautelar no Público


Acho que o que está colocado a negrito diz tudo o que é necessário.
"Um grupo de professores do quadro da Função Pública tenciona entregar segunda-feira no Tribunal Administrativo do Porto uma providência cautelar para suspender provisoriamente o concurso extraordinário em curso que se destina apenas a docentes contratados. O objectivo é conseguir que todos os professores, e não só os contratados, tenham acesso às quase duas mil vagas abertas neste concurso que arrancou na quarta-feira passada. 
Foi à margem das organizações sindicais, através das redes sociais, que este grupo de professores lançou um movimento para poder avançar com a providência cautelar e combater aquilo que classifica como uma “injustiça”. Estes professores querem que os docentes do quadro também possam concorrer às vagas, numa lógica de aproximação das suas residências. 
“Somos professores com vínculo ao quadro da Função Pública e queremos poder concorrer também a este concurso. Não é com uma injustiça que se resolve outra injustiça”, explicou à RTP Bruno Gomes, um dos docentes que está a liderar esta iniciativa.  Residente em Vila Nova de Gaia, mas colocado em Aljustrel, a cerca de 450 quilómetros de distância, Bruno defende que esta iniciativa não implicará uma diminuição das vagas para os contratados porque a mobilidade dos professores do quadro libertaria outros lugares. Não se trata de “uma guerra com os professores contratados”, assegurou. 
A maior parte das vagas para a vinculação extraordinária de 1954 professores está concentrada na região de Lisboa e Vale do Tejo e, nas disciplinas, destaca-se o grupo da matemática e Ciências da Natureza, do 2º ciclo do ensino básico. 
Esta portaria também já foi contestada pelo dirigente da Associação Nacional dos Professores Contratados, César Israel Paulo, que alega o que está em causa é o cumprimento de uma norma europeia  que “exige a entrada no quadro de todos os professores que fizerem três contratos anuais e sucessivos com o Estado”, o que não se resolve com a vinculação de dois mil docentes."