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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Resultados do Exame de Inglês "Key for Schools"

Foi hoje publicado o Sumário Executivo no qual se apresentam os resultados preliminares do projeto Key for Schools 2014.

Dos resultados apresentados, saliento o seguinte:
  • Dos 101494 alunos que realizaram o teste, 92% frequentavam o 9.º ano, 5% o Ensino Secundário e 3% o 6º, 7º ou 8º ano;
  • A média global foi de 66,9%, sendo que no 9º ano foi de 65,5%;
  • A distribuição dos resultados por nível de proficiência e por nível de escolaridade dos alunos é apresentada no seguinte gráfico:
Embora pareça fora do normal, é natural que os resultados do grupo de alunos do 6º, 7º e 8º ano seja melhor do que do 9º ano, já que nesses anos o exame não era obrigatório e apenas se inscreveram os alunos que pretendiam o certificado, enquanto que no 9º ano foi obrigatório para todos os alunos (onde apenas 19,3% pediu o certificado).

Para mais informações e dados, deixo aqui o Sumário Executivo:

sábado, 7 de junho de 2014

O Exame de Inglês "Key for Schools" e o atirar de culpas do IAVE



Depois de ter sido estipulado que os corretores desse exame seriam voluntários (ou seja, sem receberem absolutamente nada por uma tarefa que não são legalmente obrigados a fazer), e havendo escolas que tentaram que houvessem voluntários "à força", foram pouco mais de 800 docentes de Inglês para corrigir  mais de 120 mil exames. 

Como é óbvio, foram poucos voluntários, ainda para mais sabendo que essa correção seria numa altura do ano letivo onde todos os professores já estão sobrecarregados de trabalho.

Há poucos dias, o IAVE veio dizer que "Resultados do teste diagnóstico de Inglês adiados por falta de professores avaliadores" para data a definir, em vez de serem divulgados dia 4 de junho. Põe assim por terra a hipótese desse exame entrar na avaliação dos alunos que o realizaram. 
O IAVE veio atira assim as culpas para cima de todos os professores de Inglês que não se voluntariaram, como se tal não seria, desde o início, de esperar que acontecesse.

Agora, e mais uma vez, o IAVE vem atirar as culpas aos próprios corretores dos exames, aqueles que se voluntariaram, acusando-os de falta de "responsabilidade” e de "dever de solidariedade”.

"Shame on you", IAVE...

A notícia no Público:

quarta-feira, 7 de maio de 2014

O Key for Schools ainda dá que falar...

Depois da polémica em torno da voluntariedade "forçada" dos professores corretores, do extenso e meticuloso guia para a aplicação do teste de inglês e ainda do valor a pagar pelo certificado, o IAVE sentiu-se na necessidade de publicar um comunicado para "Esclarecimentos e informações sobre o projeto Key for Schools".


Lendo com atenção este comunicado, é possível encontrar coisas realmente "interessantes". 
Antes de mais, a falta de informação que o IAVE deu à comunicação social, nunca indicando, ao certo, quantos pedidos de certificados existiram. Atiram com umas percentagens apenas só para desviar as atenções. Mas afinal, quantos alunos pediram o tão "valioso" certificado e porque não divulgar logo esse número?

De seguida, indicam ainda que a Universidade de Cambridge recebe sempre a mesma verba, independentemente do número de alunos que fazem a prova e dos que pedem certificados. Mas então para que serve o dinheiro pago pelo certificados, sobretudo em caso de ser superior ao valor a pagar à Universidade de Cambridge? A resposta é dada no site dedicado ao projeto em Portugal
"Dependendo dos níveis de adesão das famílias aos pedidos de obtenção de certificados, podem ser geradas receitas que, tal como previsto na cláusula 9.ª, número 4, alínea c), serão integralmente afetas a projetos que visam incentivar o ensino e a aprendizagem de línguas estrangeiras ou a apoiar a melhoria e modernização das condições técnicas no domínio da classificação, soluções que visam facilitar as tarefas a desenvolver pelos professores classificadores e a melhorar os níveis de fiabilidade de todo o processo de classificação das provas de avaliação externa a realizar pelos alunos em Portugal."
Ou seja, se sobrar dinheiro (o que realmente duvido, mesmo não conhecendo o número de pedidos de certificados), esse servirá para apoiar projetos de apoio educativo e dar formação a professores. Ou seja, servirá para o MEC não gastar dinheiro do seu orçamento em algo que é sua obrigação fazer.

Já por diversas vezes referi o quanto importante considero um bom conhecimento de Inglês, e este teste e certificado podem ser uma mais valia para o futuro. (bem, exatamente não, que é deveras elementar, mas os de grau mais elevados).
No entanto, e tendo o MEC essa mesma opinião, não percebo o porquê de ser necessário o pagamento por parte das famílias algo que deveria ser da responsabilidade do MEC.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Dificuldade esperada do teste de Inglês


Embora é necessário esperar pelos resultados oficiais, já era de esperar esta reação por parte dos alunos. Só quem ainda duvida que, apesar de todas as contrariedades, o ensino em Portugal é de grande qualidade é que poderia achar que um teste de Inglês preparado para o 7º ano seria complicado para alunos de 9º ano.

Fica aqui a notícia:

terça-feira, 29 de abril de 2014

Exame de Inglês com "novas" tecnologias


São tantas as perguntas retóricas que daria para fazer, mas aqui ficam só algumas...
  • Gostava de saber como vão correr as digitalizações dos exames, ainda para mais sendo escritos a lápis. 
  • Ou então o rigor e excelência defendida pelo MEC, obrigando alunos do 9º ano a fazerem um exame equivalente ao 7º ano.
  • E já agora, sempre há professores corretores voluntários suficientes, ou foi mesmo quase tudo à força?
  • Outra pergunta é se este ano os exames nacionais também terão de ser pagos, à semelhança deste. Tudo por uma questão de igualdade, claro!
  • 21 páginas de guia? Nos exames nacionais, onde falam das especificações de todas as disciplinas costuma ser bem menos! 
  • Parece que uma das especificações é a distância mínima entre as carteiras. Professores vigilantes, não se esqueçam da fita métrica!!!!

Fica a notícia na íntegra (negrito da minha responsabilidade):
"Obrigatória para os estudantes do 9.º ano e acessível a todos os alunos dos 11 aos 17 anos, a prova certificada pela Universidade de Cambridge deverá ser feita por cerca de 121 mil estudantes.