Depois de se saber que os docentes à espera da aposentação podem, caso o requeiram e seja aceite pelo diretor da escola, ficar sem componente letiva atribuída, hoje ficou-se a saber que o mesmo não vai acontecer a quem pediu a rescisão.
Como se pode ler na circular enviada pela DGEstE às escolas, a esses é necessário atribuir componente letiva.
Consigo perceber o porquê da atribuição da componente letiva. Sabendo que,ao contrário da aposentação, esta rescisão ainda terá que ter a aceitação do docente, seria uma situação complicada não ser atribuída componente letiva e depois o docente não rescindir.
Mas o que não se percebe é como o MEC deixa arrastar há tanto tempo as respostas a estes pedidos! Nesta altura todo este processo já devia estar resolvido de forma a haver um início de ano letivo tranquilo.
Com atrasos atrás de atrasos, começo realmente a ficar com dúvidas se no início de setembro as colocações estarão efetuadas e se o ano letivo começa sem problemas.
A circular do DGEstE: