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sábado, 24 de maio de 2014

Meter a mão em tudo o que possa dar dinheiro...



Os privados estão interessados em tudo na educação... desde que lhes dê lucro, ponto final! 
E não acredito minimamente que se fossem gerir escolas públicas com maus resultados, esses melhorassem. Bem, até que poderiam melhorar, mas tal não se iria dever às melhorias das aprendizagens dos alunos, mas sim a certos "golpes de magia"... E é melhor não dizer mais nada!

Mas tenho de concordar com algo que o senhor diz: é um desaforo a forma como os professores são hoje tratados!!! Esquece-se é que em muitos colégios, o tratamento que têm da entidade patronal é do mais reles que há.

Fica aqui a entrevista do Público ao Presidente da Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo:
"O estatuto do ensino particular e cooperativo dos anos 80 foi revisto. Publicado em Novembro, é encarado como uma porta aberta para um novo papel do sector na educação. O cheque-ensino está presente no discurso do Governo quase desde o início da legislatura. Mas até agora nada aconteceu. Muita coisa está em aberto. E António Sarmento, presidente da Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (Aeep), apela à clareza. “O que é que se quer fazer? Quando é que se fazer?” O director do Colégio Planalto (um dos quatro Colégios Fomento que têm um protocolo de cooperação com a prelatura do Opus Dei), assumiu no ano passado a presidência da associação.

terça-feira, 15 de abril de 2014

GRANDE INVESTIGAÇÃO DN (III)


Não tem lógica alguma o Estado financiar estabelecimentos privados quando existem escolas públicas nas proximidades com falta de alunos! É uma duplicação de encargos que só se percebe devido a lobbies e interesses particulares, que todos nós acabamos por pagar. E depois ainda ficamos a saber que em muitos desses estabelecimentos a fuga à lei é uma constante, numa tentativa de maximizar os seus lucros e minimizar os direitos dos funcionários, especialmente professores, que nele trabalham.
"Indícios fortes de peculato, utilização indevida de dinheiros públicos, abuso de poder e participação em negócio ilícito" no financiamento a colégios privados levaram a Federação Nacional de Professores (Fenprof) - nas palavras do seu secretário-geral, Mário Nogueira - a apresentar uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República em fevereiro. Antes, já o grupo GPS estava a ser investigado por suspeitas de corrupção e enriquecimento ilícito. Ao todo, entre o grupo com sede em Pombal e as escolas que, ao que o DN apurou, são visadas na denúncia do sindicato, estão estabelecimentos que receberam quase 35 milhões de euros, do Estado, no ano passado.