Os privados estão interessados em tudo na educação... desde que lhes dê lucro, ponto final!
E não acredito minimamente que se fossem gerir escolas públicas com maus resultados, esses melhorassem. Bem, até que poderiam melhorar, mas tal não se iria dever às melhorias das aprendizagens dos alunos, mas sim a certos "golpes de magia"... E é melhor não dizer mais nada!
Mas tenho de concordar com algo que o senhor diz: é um desaforo a forma como os professores são hoje tratados!!! Esquece-se é que em muitos colégios, o tratamento que têm da entidade patronal é do mais reles que há.
Fica aqui a entrevista do Público ao Presidente da Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo:
"O estatuto do ensino particular e cooperativo dos anos 80 foi revisto. Publicado em Novembro, é encarado como uma porta aberta para um novo papel do sector na educação. O cheque-ensino está presente no discurso do Governo quase desde o início da legislatura. Mas até agora nada aconteceu. Muita coisa está em aberto. E António Sarmento, presidente da Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (Aeep), apela à clareza. “O que é que se quer fazer? Quando é que se fazer?” O director do Colégio Planalto (um dos quatro Colégios Fomento que têm um protocolo de cooperação com a prelatura do Opus Dei), assumiu no ano passado a presidência da associação.