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terça-feira, 15 de abril de 2014

GRANDE INVESTIGAÇÃO DN (III)


Não tem lógica alguma o Estado financiar estabelecimentos privados quando existem escolas públicas nas proximidades com falta de alunos! É uma duplicação de encargos que só se percebe devido a lobbies e interesses particulares, que todos nós acabamos por pagar. E depois ainda ficamos a saber que em muitos desses estabelecimentos a fuga à lei é uma constante, numa tentativa de maximizar os seus lucros e minimizar os direitos dos funcionários, especialmente professores, que nele trabalham.
"Indícios fortes de peculato, utilização indevida de dinheiros públicos, abuso de poder e participação em negócio ilícito" no financiamento a colégios privados levaram a Federação Nacional de Professores (Fenprof) - nas palavras do seu secretário-geral, Mário Nogueira - a apresentar uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República em fevereiro. Antes, já o grupo GPS estava a ser investigado por suspeitas de corrupção e enriquecimento ilícito. Ao todo, entre o grupo com sede em Pombal e as escolas que, ao que o DN apurou, são visadas na denúncia do sindicato, estão estabelecimentos que receberam quase 35 milhões de euros, do Estado, no ano passado.