quarta-feira, 4 de junho de 2014

Providência Cautelar ao CEE - Comunicado à Comunicação Social

Antes de mais, informo que a Providência Cautelar foi ontem entregue! Agora o Tribunal irá aceitar ou não essa providência. Em breve saberemos...

Depois das declarações do Sr. Ministro da Educação e Ciência e do Sr. Secretário de Estado da Administração Escolar, o grupo de intervenientes da providência cautelar emitiu um comunicado à Comunicação Social, de forma a fazer o contraditório, dando conta das imprecisões referidas e voltando a afirmar o que os move.

Fica aqui esse Comunicado:

8 comentários:

  1. Muito bem! A Luta continua!

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  2. Já não fui a tempo para participar!!!!Lamento.....

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  3. O texto do Comunicado à Comunicação Social tem erros que há muito seria desejável que os professores tivessem deixado de dar (estamos a falar de professores que se encontram na carreira há dezenas de anos, e não à dezenas de anos). Um tiro no pé? Mas não fica por aqui: "Quando existem vagas negativas, significa que os docentes que libertaram os horários (porque se reformarem), mas que essas vagas não serão abertas (...)".
    Será que todos os efetivos "lesados" se reveem neste português?
    Já nem comento o conteúdo (dada a pobreza da sua "argumentação"), exceto para lembrar que prioridade e graduação profissional são coisas diferentes: enquanto contratado (há 19 anos) tenho uma graduação superior a quase 300 colegas "efetivos" no meu grupo - em que sentido é que estou atrás deles? Só porque ainda não efetivei (como deveria há muito ter acontecido, segundo a lei).

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    1. Posso desde já afirmar que os erros que, infelizmente, foram cometidos foi devido à pressão dada por vários meios de comunicação social em ser dada resposta às afirmações proferidas pelo Sr. Ministro e o Sr. Secretário de Estado. E todos sabemos que a pressa é inimiga da perfeição. Mas acho que será mais relevante debater o conteúdo do comunicado do que 2 erros lá cometidos.
      "Em que sentido está atrás deles?" Presumivelmente, por não ter vinculado quando tinha opção para o fazer, mas relativamente a essa opção não comento, já que cada um faz as suas, sabendo as consequências delas.
      E sempre foi consequência de ficar no quadro poder concorrer prioritariamente em relação a contratados.
      Se, tivesse tomado a opção de ter entrado no quadro e agora visse colegas que não tomaram a mesma opção a passarem à sua frente relativamente a vagas, como é que se sentiria? Possivelmente, achava que estava a ser prejudicado por nem ter hipótese de concorrer.
      Falando da lei, tal como está definido que quem tem mais de 3 anos de tempo de serviço deveria vincular, também é referido na lei que quem tem vínculo definitivo tem prioridade relativamente a quem não tem!
      Sou coerente quando afirmo, e já o fiz diversas vezes, que a diretiva comunitária deve ser cumprida. Agora você só lê a parte da lei que lhe interessa, e isso é que é pena...

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    2. Tentar responder a pessoas que comentam de forma anónima é de todo impossível...pois não sabemos a quem dirigir a resposta...só pode ser daqueles vírus que existem para não deixar as pessoas trabalhar. O que normalmente faço nestes casos é utilizar o melhor anti-vírus para estas ocasiões...que é ao contrário do que fazemos nos computadores...INDIFERENÇA

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  4. Quem escreve "que se encontram na carreira à dezenas de anos" em vez de "há dezenas de anos" não merece ser professor, muito menos efectivo. Quem não aceita esperar um ano por um concurso interno, e por causa disso pode "boicotar" a vinculação de quem está há vinte anos, ou mais, à espera de uma oportunidade, é simplesmente alguém que não tem a capacidade de se colocar no lugar do outro e apenas olha para o seu próprio umbigo... Esquecem-se que andam há muitos anos a ganhar mais do que outros que fazem o mesmo trabalho, para o mesmo "patrão", com as mesmas habilitações e por vezes com mais tempo de serviço e graduação superior... O falso argumento de que os contratados nesta situação nunca fizeram sacrifícios apenas confirma a visão egocêntrica deste tipo de gente...

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    1. Foi um erro pela pressa, ao que lhe digo respondo com duas cotações"Quem nunca errou que atire a primeira pedra" e "Não tenho medo de errar já que estou sempre pronto a corrigi-lo"!
      Posso responder-lhe que, no meu caso particular, ganhava bem mais ficando acomodado como contratado. Olhe que a diferença entre um contratado e um docente do 1º escalão é quase nula. E se não consegue ver a injustiça de não existir um concurso em simultâneo, mantendo-se as mesmas vagas para os contratados, então é só você que olha para o seu umbigo.

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    2. A sua resposta é de facto demonstrativo de que não deve estar a perceber o que motiva esta providência, quem não tem a capacidade de interpretar isso, não tem legitimidade de corrigir qualquer tipo de errro. Por isso, desafio-o a detetar 4 erros aqui feitos. Obrigado Sr. Vitor .

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