Antes de mais, quero felicitar os colegas que vincularam nos quadros. Praticamente todos (não digo todos pois não considero aqueles que têm muitos anos de serviço no privado e pouco mais de um ano no público) já deveriam estar vinculados há muitos anos tal a sua dedicação à Escola Pública. Infelizmente, muitos que também o têm feito ao longo dos anos não conseguiram vinculação.
Dito isto, tenho que voltar a exprimir o meu desacordo com este processo da forma como foi feito, já que sempre defendi que deveria haver um concurso interno extraordinário em simultâneo com este concurso.
Por muito que o MEC diga que não há ultrapassagens dos que já se encontram nos quadros e que apenas quer "proceder a uma optimização dos recursos humanos necessários", já foi várias vezes demonstrado que essas ultrapassagens existem e que, a haver optimização dos recursos, inicialmente deveria começar por quem já estava vinculado.
Volto a referir que é de inteira justiça a vinculação dos que agora foram colocados (deveriam até ter sido mais), mas deveria ter sido feito de outra forma a não haver os atropelos que existiram.
Relativamente à providência cautelar interposta a este concurso e respetiva ação principal, o intuito nunca foi suspender o concurso, mas tentar que fosse possível haver em simultâneo um concurso interno.
Não tendo tal sido possível, e acreditando completamente que nada coloca em causa esta vinculação, a minha expectativa é que, daqui a algum tempo, seja dado aos intervenientes da ação a possibilidade de concorrerem às vagas que tinham direito.
Infelizmente, se tal vier a acontecer, tal opção será apenas dada aos que se juntaram na ação interposta e não a todos os docentes do quadro, como seria desejável desde o início.
Concordo a 100% como que escreveu e espero que esta situação seja efetivamente corrigida.
ResponderEliminarConcordo. Tenho quase 18 anos de serviço, mas no 200, misteriosamente, nunca há vagas. Apesar das aposentações e rescisões, o MEC não abre vagas. Por isso, mais uma vez, de fora. Já estou como o Calimero: That's an injustice, yes it is. Felicito os colegas que vincularam, parabéns a todos/as. Mas não posso deixar de achar estranho que muitas vinculações em certos grupos se conseguem com muito menos tempo de serviço. Haja paciência, e sobretudo esperança num futuro mais justo para esta classe tão pouco unida e com sindicatos a mais.
ResponderEliminarTribunal com esta gente do ministério já! A corda partiu de vez. No próximo concurso será mais do mesmo, as vagas vão sendo ocupadas alegremente pelos professores do privado, alguns com um ano de ensino oficial e vinte do privado, que para o obter andaram 1 ou 2 anos a concorrer a horários de 10 horas para longe de casa!!! Um feito inigualável! Enquanto outros andam há 20 anos no ensino público longe de casa e ficaram sem colocação!!!. Nada me move contra o ensino privado, toda a gente tem direito a ele, mas isto está a passar para além das marcas, é um oportunismo primário, os sindicatos nada dizem e a romaria vai passando!!!
ResponderEliminarNo que se refere ao ensino artístico especializado, há que rever a legislação vigente, nomeadamente a Portaria 693/98. Está ultrapassada. Outros interesses! Há Mestres e Doutores com formação em Universidades nacionais e estrangeiras de elevado nível que ficam de fora , Há que rever e tornar os concursos transparentes e justos. Assim não!!!!!
ResponderEliminarDizia-se um concurso externo extraordinário da música. Concurso externo? As escolas com vagas a concurso respondiam que só podiam concorrer os contratadas daquela escola. Mas que é isto? É para inglês ver? Só neste país é que se passam tamanhas vergonhas. A legislação que apresenta as habilitações para a docência,portaria nº 693/98 está ultrapassada. Esta legislação deixa Mestres e Doutores portugueses, habilitados por Instituições Universitárias Portuguesas e Europeias de fora. Parabéns a quem interpôs a providência cautelar. O que é injusto tem que ser denunciado. Amigos do ensino artístico, vamos lutar . Não nos podemos calar! Muita gente não se candidatou a este concurso, pois dizia que não valia a pena, pois as normas eram muito fechadas. No próximo concurso, vamos concorrer e fazer valer os nossos direitos . Saudações musicais! Um abraço a todos
ResponderEliminarColegas do ensino especializado da Música.
ResponderEliminarHouve alguém que teve a coragem de denunciar a situação. Alguém me telefonou que tinha sido uma docente de Historia da Música. Quem quer que fosse ,está de parabéns. O pessoal da Música parece que acordou! Há tantas injustiças. Há gente com habilitação académica e profissionalização que recebem abaixo da tabela (recebem pela letra k , a dos docentes não profissionalizados)). Conhecem de certeza estas situações. Colegas , não aceitem tais situações.. Há conservatórios e academias de Música que fazem isso. Tem que haver clareza e e transparência nos concursos,nas contratações. nas avaliações, nas nomeações e nas remunerações .
Obrigado aos autores do bloog. É um bom meio para conhecer , apresentar propostas e também tornar público certas injustiças. Até breve!
O ME talvez ouça gritos, mas para argumentos parece surdo.
ResponderEliminarColegas do ensino artístico da música,
ResponderEliminartemos que fazer chegar aos Sindicatos, ao Ministério e à Autoridade do Trabalho os atropelos que se cometem com as contratações e com as tabelas de vencimentos nos estabelecimentos deste ramo de ensino. A união faz a força! Apelo a que todos enviem os vossos protestos. Gritos e argumentos contínuos até que nos ouçam.
Água mole em pedra dura , tanto dá até que fura.
Escrevam e falem e indignem-se.