Será que o ministro irá realmente ao parlamento antes da prova, ou seja, 2ª feira, tentar justificar as suas ações? Logo se verá...
Alguns excertos da notícia:
"O Bloco fez aprovar esta sexta feira, na Comissão Parlamentar de Educação, o requerimento potestativo com caráter de muita urgência para a audição do ministro da Educação sobre a realização da prova de avaliação dos professores contratados, que terá lugar na próxima terça feira. O deputado Luís Fazenda acusou o governo de impor uma prova que é “humilhante e injusta” para os profissionais, e de o fazer “à socapa e por vendeta”.
No documento, o Bloco “condena esta nova tentativa de realização da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades, uma prova discriminatória cujo único propósito foi inserir um novo mecanismo de restrição no acesso à profissão”.
“Não sendo credível qualquer tese que não implique uma decisão da tutela bastante anterior à data do anúncio, não só a realização mas também o método de organização desta prova deve ser esclarecido”, lê-se no requerimento potestativo endereçado ao Presidente da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura.
Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o deputado Luís Fazenda acusou o governo de impor uma prova que é “humilhante e injusta” para os profissionais, e de o fazer “à socapa e por vendeta”.
Segundo o dirigente bloquista, se Nuno Crato considera que é possível fazer um exame que foi marcado com a antecedência de três dias úteis, “também conseguirá vir ao parlamento nesse espaço de tempo, antes da realização da prova, para prestar esclarecimentos ao país”."
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