No artigo (link em baixo) é dado um exemplo de uma colega que, à semelhança de milhares de outros, não compactuou com a realização desta prova por uma questão de princípios e dignidade, mesmo sabendo que iria prejudicar o seu futuro profissional.
Admiro bastante os colegas que tiveram essa atitude, mas também percebo os outros que sentiram-se "obrigados" a ir fazer a prova por temerem que, tal atitude, fosse o mesmo de tomar a decisão de desistir da profissão.
Sobre os professores que não se juntaram aos colegas nas reuniões sindicais e foram vigiar, pactuando com o MEC (e relembro que eram necessários muito poucos), perderam uma excelente oportunidade de mostrarem que a classe pode ser unida, já que nada, mas mesmo nada, tinham a perder. Quem sabe se, mais tarde, essa marca negra não virará contra eles.
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