Em causa está o Concurso Externo Extraordinário (candidatura e manifestação de preferências) e o concurso de Contratação Inicial e de Reserva de Recrutamento (apenas candidatura).
Relativamente ao Concurso Externo Extraordinário (CEE), não existe a obrigatoriedade de concorrer para ser opositor à Contratação Inicial.
Há vários colegas que, mesmo sendo "elegíveis", não pretendem ficar efetivos em certos QZPs, ainda mais sabendo que depois têm de concorrer em 3ª prioridade na Mobilidade Interna (o que, com quase toda a certeza, leve a ficarem numa escola desse QZP durante pelo menos um ano, isto se sempre houver o Concurso Interno no próximo ano).
As razões que levam a esses colegas não concorrer a todas as vagas só a eles diz respeito e é necessário respeitar.
No entanto, relembro que a não aceitação de um lugar de QZP neste CEE não faz extinguir essa vaga, antes passa-a para o candidato seguinte.
Logo, pensem bem que opções irão fazer, e lembrem-se que, se concorrerem agora para todas as vagas e depois não aceitarem, não terão nenhuma consequência e a vaga será sempre ocupada pelo candidato seguinte.
Outro conselho é, para quem ainda não concluiu a candidatura, não deixar para o último dia!!!
Outro conselho é, para quem ainda não concluiu a candidatura, não deixar para o último dia!!!
P.S.: Ao contrário do que diz a FENPROF nesta informação (Concursos a decorrer (só!) até dia 3), ainda não está em causa o concurso de Mobilidade Interna, cuja candidatura só será após os resultados definitivos do CEE.
Adenda a 3/06: Indo à ligação da FENPROF disponibilizada, já foi retirado que estava em causa a Mobilidade Interna. Devem realmente andar atentos aos blogues de professores...

Como diz, há que respeitar a vontade dos colegas. Mas não esquecer que caso entrem em QZP em "cascos de rolha", com filhos pequenos em escolas primárias e outras, tendo a família para sustentar e apoiar, o ter de pagar depois duas casas não é fácil e deita um orçamento abaixo.
ResponderEliminarMais vale ser contratado e ficar perto (relativamente) do que sair do norte para o sul e vice versa. Daí a decisão de muitos colegas não arriscarem neste CExtraordinário e ficarem em paz com a família e as despesas controladas. É a minha opinião, e respeito todas as outras.
Nem mais, cada caso é um caso, e cada um tem de tomar as suas decisões, sabendo as consequências que podem vir daí...
EliminarTambém não entrar no Quadro pode vir a significar não ter mais horário perto como contratado, e essa possibilidade tem de ser sempre posta.
Agora o engraçado é que muitos dos colegas que decidem não efetivar desta forma, depois acham que têm o direito de passar à frente (com outro extraordinário) de quem decidiu fazer o sacrifício de ir para longe, com tudo o que isso acarreta... Mas isto é só um caso, em muitos casos que é possível de falar.
Como disse, cada um deve tomar as suas decisões, mas tendo consciência das possíveis consequências.
Não devia haver CE nenhum, mas sim um concurso anual para todos, contratados e dos quadros. Com que direito estes políticos e outros decidem a nossa vida? Geram discórdias nas famílias, entre colegas, etc? Por um concurso anual que respeite todos os professores é que se deve lutar, mas os sindicatos também não os vejo com muito afã!
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